Aos Estranhos

Recordações dentro de uma caixa de sapato coberta de recortes de jornais. O caderninho escrito com caneta vermelha com todas as críticas, análises e sentimentos de amor ao cinema de um menino de 8 anos. Tudo jogado fora. Revirem o lixo, achem notícias sobre um garoto que trocava as tardes de estudo por uma auto-educação de vida, sexual e artística em locadoras de vídeo, descobrindo uma cidade, conhecendo pessoas novas, mentindo e roubando. Chorando…mas livre.

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